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A mesma família há 24 anos! Não quer mudar?

A candidatura “Fazer a diferença” apresenta-se a estas eleições autárquicas em nome de uma ideia de futuro para o concelho de Castelo Branco. Queremos que a nossa terra volte a ser o Centro Económico do Desenvolvimento e recupere, assim, a sua força e centralidade.

Tenho a convicção plena de que Castelo Branco tem condições para ser um concelho mais coeso, mais competitivo e mais próspero, onde imperem os valores da liberdade, da justiça, da solidariedade, do respeito pelas divergências, da qualificação do debate político, sem nunca esquecer a transparência, essencial no serviço público.

Sou candidato à Câmara Municipal de Castelo Branco com um forte sentido de responsabilidade, pelo qual sempre pautei a minha atividade profissional, que a par da experiência, capacidade de trabalho e dedicação, colocarei ao serviço do Concelho de Castelo Branco.

Faço-o também com confiança. Confiança na equipa que me acompanhará e confiança na coragem e ambição dos albicastrenses.

O futuro sustentável do concelho, e a procura de respostas consistentes para ultrapassar a estagnação económica em que nos encontramos, tem que envolver uma aposta estratégica nas potencialidades das atividades ligadas à tecnologia e inovação, agroindústrias, à silvicultura, à pecuária, ao turismo e aos produtos tradicionais.

 

Uma das nossas prioridades será a criação de condições para tornar Castelo Branco num concelho atrativo para as novas gerações. São os jovens que trazem capacidade de renovação, iniciativa, dinamismo e criatividade, fatores que associados ao conhecimento e inovação constituem as bases da prosperidade e competitividade, com uma comprovada relação entre qualificação e crescimento económico.

Não é aceitável que até ao momento não tenham existido políticas municipais direcionadas para a fixação dos nossos jovens qualificados.

Compete à autarquia ter capacidade de iniciativa no sentido de assegurar condições de contexto favoráveis à atração e fixação de operadores com capacidade de criar riqueza, e de gerar emprego qualificado, que garanta oportunidades às novas gerações e bem-estar aos habitantes do concelho. Enquanto presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco pautar-me-ei por uma posição proativa, indo ao encontro destes mesmos operadores, auscultando as suas necessidades e oferendo-lhes condições para a sua deslocação para os nossos territórios.

 

O emprego precário e as baixas remunerações que têm caracterizado Castelo Branco nos últimos anos, têm que dar lugar ao emprego qualificado e a salários dignos que permitam aos jovens perspetivar uma carreira com futuro, na qual possam ascender e crescer profissionalmente. É por isso (e para isso) que nos propomos a criar incentivos financeiros e fiscais, tendo em vista o estímulo à atração de investimento e, principalmente, a criação de postos de trabalho qualificado, nomeadamente através da redução da TSU a empresas que empreguem jovens à procura do primeiro emprego ou em início de carreira.

 

A necessidade que os jovens têm, hoje, de abandonar o concelho e procurar oportunidades no litoral urbano ou no estrangeiro deve dar lugar a um conjunto de oportunidades atrativas, que lhes permita optar por aqui viver, aqui desenvolver a sua atividade profissional e aqui constituir família. Para tal, é necessária a adoção de políticas de habitação e de natalidade que potenciem esta escolha. É nesse sentido que defendemos a realização de intervenções estruturais na zona histórica e consequente criação de um programa de arrendamento jovem nesta área, assim como a criação dos “vouchers” municipais para financiamento das creches.

 

Também o esforço de formação e qualificação dos nossos jovens, até aqui desperdiçado, tem que ser aproveitado para revitalizar a economia do concelho. A criação de protocolos entre o município e as várias escolas do Instituto Politécnico de Castelo Branco é essencial, procurando tirar proveito dos conhecimentos adquiridos pelos seus alunos, permitindo-lhes colocar os mesmos em prática, aliando a formação académica dos estudantes com a promoção de várias áreas como a tecnologia, a inovação, a saúde, a mobilidade, entre outras.

 

Um olhar especial também para as infraestruturas públicas destinadas ao estudo, como a Biblioteca Municipal de Castelo Branco, que não corresponde às necessidades dos nossos estudantes, do ensino básico ao ensino superior. É urgente o alargamento do horário de funcionamento da Biblioteca Municipal, assim como a criação de outros centros de estudo permanentes nas várias freguesias do nosso concelho onde o investimento se justifique. A formação é a base de uma sociedade e, nesse sentido, há que criar alicerces robustos que garantam o seu desenvolvimento.

Tenho ideias claras sobre o que os cidadãos desejam para melhorar a sua qualidade de vida e ambicionam para o nosso concelho.

Como presidente ouvirei sempre os munícipes enquanto destinatários da nossa ação.

Seremos inovadores sempre que necessário, mas não faremos promessas baseadas em caprichos ou ilusões. Assumiremos compromissos estratégicos, como compromissos de honra, que sabemos poder cumprir, e que corresponderão aos anseios e interesses dos cidadãos.

Combaterei, de forma determinada, os interesses instalados, e empenhar-me-ei em recuperar o respeito dos cidadãos pelos seus representantes políticos, e a confiança na construção de um concelho solidário, digno e próspero. Faremos da ética, da integridade e da transparência, as bandeiras do exercício da ação municipal.

Estou disponível para fazer a mudança que o concelho precisa. Uma mudança de paradigma de fazer política, fundamentalmente. Sou a oportunidade de fazer diferente.

É fundamental perceber que são as pessoas que fazem a diferença e é para elas que vamos trabalhar – fazer política pelas pessoas e não pelos interesses individuais. Penso que vamos demonstrar aos munícipes que não precisam de ter medo da mudança, porque ela vai trazer melhor qualidade de vida em Castelo Branco.