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PSD: DOIS ANOS DE DESAFIOS

Decorre hoje a primeira reunião da Comissão Política Distrital do PSD de Castelo Branco.

Quer ao nível externo, quer interno, este será um mandato repleto de desafios. Um biénio em que o PSD poderá contar com a mesma JSD de sempre: um aliado permanente, mas não subserviente. Uma JSD que se baterá pela inclusão de políticas de juventude e coesão territorial no topo das prioridades dos próximos atos eleitorais, bem como pela aquisição de uma nova sede distrital abra portas àcedência de um espaço à organização de juventude do PSD e permita, desta forma, superar constrangimentos antigos e elevar a funcionalidade do trabalho daqueles que também olham para esta como a sua casa.

 

Por fim, não deixamos de parabenizar estes são os novos rostos jovens eleitos para os órgãos distritais. Não são representantes da JSD. Não falam pela sua agenda. São eleitos e vozes do PSD que falarão pelo grupo em que se inserem. Mas também são a prova de uma prática de renovação geracional que merece ser enaltecida.

Com efeito, numas eleições onde a importância da renovação geracional e o trabalho da JSD estiveram no centro do debate do PSD, foram vários os militantes jovens envolvidos na campanha e que inclusivamente figuraram nas listas candidatas – apresentadas por Manuel Frexes e Paulo Moradias – a esta estrutura distrital.

Neste sentido, no último sábado e, em consequência da vitória por parte da listas ‘A’, vários jovens foram eleitos para órgãos distritais. Mário Pereira foi eleito Secretário da Mesa da Assembleia Distrital. João Diogo, Daniel Luís e Nelson Carvalho fazem agora parte da Comissão Política Distrital, juntando-se a Hugo Lopes e Márcia Nunes como inerentes do mesmo órgão. Mafalda Carvalho, por seu lado, integra a lista eleita para a Comissão Distrital de Auditoria Financeira. Já no que concerne ao Conselho de Jurisdição Distrital, o único órgão (composto estatutariamente por 5 membros efetivos e 3 suplentes) que é eleito por método d’Hondt, conta agora com Daniela José e Diogo Serras no seu seio. A estes, juntam-se também os doze delegados da JSD à Assembleia Distrital do PSD, contalibilizados em virtude do tamanho de cada estrutura e tendo em conta somente os militantes maiores de idade.

Acreditamos ser, sobretudo, pelo trabalho que desenvolvem, pelo seu reconhecimento (patente nas campanhas e declarações públicas de ambas as candidaturas) e por não se terem escondido que os militantes da JSD – quer de base, quer dirigentes – fizeram esta realidade acontecer. O mérito é deles e não de qualquer estrutura. Podemos não ter assistido (ainda) a um rejuvenescimento tão profundo quanto seria desejável, mas estamos agora, sem dúvida, mais perto desse desiderato. Os dois candidatos, os seus dirigentes, os apoiantes de base e o PSD Distrital de Castelo Branco como um todo deram um grande passo ao provar que não querem ver os jovens a serem apenas o futuro: depositam também em suas mãos a construção do mesmo, no presente.

Contem com a JSD Distrital, leal e autónoma, para os desafios que se avizinham.

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