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No Rumo Certo

Quando iniciei funções na liderança da Comissão Politica Distrital, o PSD tinha 1238 militantes. Hoje, tem 1679 militantes ativos, tendo crescido 30% ao longo dos últimos quatro anos, tendo a estrutura da JSD duplicado o número de militantes.Em 2014, o Distrito de Castelo Branco tinha 5 concelhias ativas. Neste momento, tem 10 concelhias ativas e no próximo dia 7 de julho terá 10 secções eleitas a trabalhar durante os próximos dois anos, preparando um novo ciclo de renovação de quadros políticos. Rejuvenescemos as lideranças, tendo uma das mais baixas médias etárias do pais a nível dos Presidentes de Secção. Este foi um dos meus principais objetivos, enquanto Presidente da Comissão Politica Distrital do PSD Castelo Branco. Preparar o futuro do partido para o próximo ciclo político, essencial para o desenvolvimento do Interior e a principal razão para a minha recandidatura, mantendo a relação de proximidade que tenho tido com todos os eleitos locais desde o início do mandato. Um Presidente que está sempre disponível para estar presente e que tem conversado com todas as estruturas eleitas, sendo o porta-voz das necessidades e problemas das nossas populações. Exemplo disso foi o papel na luta contra a Argemela, na luta contra o encerramento dos balcões da CGD do Teixoso, Silvares e São Vicente da Beira, o papel decisivo na tomada de medidas concretas sobre a Central Nuclear de Almaraz e na luta pela defesa do Tejo.

Brevemente, o nosso principal objetivo será ganhar as eleições legislativas no Distrito de Castelo Branco contra uma coligação negativa que tudo tem feito para empobrecer o pais e destruir o Interior. O nosso Distrito com esta governação, tem perdido oportunidades de desenvolvimento, não tem feito as reformas necessários e tem vivido numa mentira permanente. Nestes últimos anos, Portugal realizou o menor investimento público de sempre, tendo sofrido na pele, a maior carga fiscal de sempre. Esta é a grande marca desta frente das esquerdas unidas que tem de ser contrariada pela continuidade de um trabalho que colocou na agenda mediática, a luta pelo Interior, na busca da igualdade de oportunidades, no combate à desertificação, a busca de emprego. Se existem mecanismos para equilibrar o pais, foi a Distrital do PSD Castelo Branco que lutou pela realização das mesmas, deixando um sinal de esperança aos nossos concidadãos. Deixámos de ser uma distrital sem opinião e sem participação ativa no panorama nacional. A nossa voz passou a ser ouvida como há muito tempo não era, num trabalho de reconquista de credibilidade externa e interna que não terminou.

Temos de continuar a defender uma estratégia clara de valorização territorial que deixe as palavras e passe aos atos. Estamos fartos de assistir às paragonas mediáticas que, no fim, não servem para nada. A Unidade de Missão de Valorização do Interior foi um flop iniciado com 164 medidas que acabou num grande nada. Foi a Distrital do PSD Castelo Branco que lutou, de forma decisiva pela criação do Estatuto dos Territórios de Baixa Densidade, aprovado e que precisa de ser implementado para começarmos a preparar medidas que façam a diferença, juntamente com o Estatuto Fiscal para o Interior.

Termino, deixando uma mensagem de confiança, crença e respeito pelas nossas estruturas. Confiança porque o partido está a passar uma fase de renovação geracional com o inicio de um ciclo de novos quadros, capazes de constituir o PSD do futuro. Crença porque temos confiança no nosso trabalho, sabemos o que fizemos e como o fizemos e é importante existir confiança no trabalho feito. E respeito pelas decisões que as nossas estruturas locais tomam. É nessa permanente auscultação que temos criado uma relação de respeito com os nossos militantes e os nossos dirigentes locais, porque não impomos, ouvimos e respeitamos a autonomia das escolhas num clima de franca cooperação.

 

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