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É agora ou nunca!

Muito tenho falado sobre isto nos últimos tempos. Fruto das novas funções que recentemente assumi na JSD, mas igualmente do pensamento que sempre preconizei, não tenho quaisquer dúvidas de que este é o tempo e a hora de, finalmente, a juventude alcançar maior protagonismo na definição das ideias políticas, e da forma de se fazer política em Portugal. E quando me refiro à juventude, faço-o de uma forma transversal, reconhecendo o papel daqueles que estão activamente nas juventudes partidárias, mas também daqueles que não o fazendo, se dedicam ao movimento associativo, académico e juvenil, ou às causa em que acreditam, exercendo as suas convicções das mais variadas formas.

A nossa geração é constituída por jovens que não acreditam num qualquer “fado”, que não se resignam com o destino; é feita de homens e mulheres que estudam – muito, – que trabalham – muito, – que vivem menos para eles próprios e mais para o mundo; que nasceram e cresceram num Portugal democrático, que valorizam a Europa e a mobilidade, e que fazem da sociedade onde vivem uma sociedade mais aberta e mais global.

Esta é a geração com maior potencial de sempre! E apesar de um dia, um idiota qualquer se ter lembrado de nos denominar de “geração à rasca”, é preciso fazer ver esse idiota, e quem nele acreditou, que temos uma visão muito característica sobre o mundo: que temos uma sensibilidade ímpar para a realidade das comunidades em que crescemos, vivemos, estudamos e trabalhamos, que estamos especialmente atentos às desigualdades sociais, que construímos rumos de futuro, de evolução, que passam pela inovação, pelo voluntariado, pelo associativismo, pelo empreendedorismo, pela criatividade e acima de tudo, pela espírito de iniciativa.

Então, este é o tempo e a hora de mostrarmos que estamos preparados para responder a uma série de desafios que se impõem atualmente em Portugal, para os políticos e para os decisores em geral, e mais, que podem e devem contar connosco na execução dessa tarefa.

Ora, no que às juventudes partidárias concerne, e no qua à JSD respeita em particular, esta missão exige uma JSD cada vez mais credível, capaz de compreender as realidades em que se insere, de debater de forma participada os problemas, e de apontar soluções coerentes e realizáveis.

Este é portanto o tempo, façamo-lo de uma vez por todas. Afinal, o futuro é nosso, mas o presente também o é!

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