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Um verão com temperaturas altas, sem dúvida.

Chega o verão e inevitavelmente a primeira ideia que urge é: “férias e descanso”, mas por outro lado existe um conjunto de homens e mulheres destemidos que nesta altura do ano colocam em risco as suas próprias vidas no combate aos incêndios florestais.

Agora, que nos encontramos no final do verão, vimos que este foi mais um ano verdadeiramente fustigado por incêndios de grandes proporções que colocaram em perigo vidas humanas e causaram imensos danos materiais por todo o território nacional.Portugal era um autêntico mar de chamas. E seria sensato pensar que esta autentica calamidade é uma clara reprodução do sistema governativo de esquerda em Portugal.

Os incêndios apesar de todos entenderem que é um verdadeiro desastre ninguém o assume, pois é preferível falar-se em ignições em vez de contabilizar os prejuízos causados. O mesmo se pode constatar com o nosso governo que se arrasta numa geringonça que não tem capacidades para terminar a legislatura, que surge dizendo que a economia e as finanças estão em ordem, quando os dados demonstram precisamente o contrário.

Apesar de não se falar da palavra incêndios durante todo o ano, abre-se uma exceção no verão, na medida em que se verifica que temos um conjunto de personalidades supostamente bem entendidos no assunto e que concluem que a solução do problema se encontra na prevenção antecipada e na tomada de medidas que evitem o sucedido.

No meio de tudo isto os bombeiros que se esforçam afincadamente para controlar e extinguir as chamas no nosso país apelam, através de conselhos e medidas preventivas, para que todos contribuam para o mesmo propósito, analogamente o nosso presidente da republica tenta amenizar as tensões traçando muitas das vezes o caderno de encargos do próprio governo.

Estamos em setembro, os incêndios acalmaram, mas não se extinguiram, e há partidos de esquerda a ameaçarem chumbar o próximo orçamento, colocando o equilíbrio da desequilibrada geringonça novamente em causa.

Será tempo de repensar uma solução para evitar os incêndios do próximo ano?

*Este artigo apenas vincula a opinião do seu autor.

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