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Tomada de posição – Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo em Castelo Branco

A Comissão Política Distrital de Castelo Branco da Juventude Social Democrata vem, por este meio, expressar a sua condenação pela tomada de posição do Governo através do Despacho Normativo n.º 1/H-2016, de 14 de Abril, publicado no Diário da República n.º 73/2016, Série II, assim como pela anterior Resolução n.º 26/2016 da Assembleia da República, publicada em DR a 09 de Fevereiro de 2016.

 

Os jovens sociais democratas beirões, prosseguindo a defesa dos interesses dos cidadãos que representam, bem como a manutenção da empregabilidade na região, consideram que:

 

1. A educação, em Portugal, deve ser vista como um todo, tendo em atenção a sua qualidade e a oferta formativa a disponibilizar a todos os estudantes;

2. A opção tomada pelo executivo, além de denegrir o bom-nome do Estado português – ao rasgar o contratado pelo anterior Governo e a vigorar plurianualmente – vem, mais uma vez, provar a carência de uma verdadeira visão de futuro para a Educação, bem como que o Partido Socialista e restantes sustentáculos da sua acção têm uma agenda estritamente ideológica, onde os interesses da população são relegados para segundo plano;

3. O quebrar do contratado irá, no distrito de Castelo Branco, afectar directamente quatro estabelecimentos de ensino, cujos contextos e consequências sócio-económicas nas comunidades onde se inserem e outros factores próprios da Interioridade não são tidos em conta;

4. Ao contrário do que tem sido comentado, estes cortes não afectarão as classes mais privilegiadas economicamente. Pelo contrário, quem sempre pagou pelo ensino privado aos seus filhos continuará a fazê-lo; as famílias mais fragilizadas economicamente, essas, verão a sua vontade posta ao serviço de todos os que condenam a iniciativa privada;

5. O diploma em causa coloca em risco a manutenção dos estabelecimentos de ensino e, consequentemente, aumentará a taxa de desemprego num distrito que tem perdido mais de 2000 eleitores por ano;

6. Não podemos permitir que, medida atrás de medida, o Governo decida unilateralmente que os jovens portugueses tenham cada vez menos capacidade de escolha entre projectos pedagógicos, não tão-pouco que contribua ainda mais para o despovoamento da nossa região.

Assim, e tendo em linha de conta o respeito e o rigor que se exigem em assuntos fundamentais como a Educação, a JSD Distrital Castelo Branco deseja tornar público o seu total desacordo para com os planos do PS, CDU e BE para o futuro de Portugal.

Os jovens jamais serão o futuro se lhes negarem aprender com qualidade no presente, independentemente da sua capacidade financeira e do local onde nasceram!

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