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Um Partido corajoso, um País mais forte

O Partido Social Democrata acaba de dar mais uma prova da sua vitalidade e mobilização internas. Realizámos o 36º Congresso Nacional do PSD, em Espinho, durante este fim-de-semana.

Como secretário-geral do nosso Partido, sei que todos os congressos nacionais têm tido uma importância preponderante para ajudar a definir o rumo do PSD em cada momento e em virtude das exigências que a realidade do País nos vai colocando. O encontro que ontem encerrámos não foi diferente.

Permitam-me que faça um balanço do que cada um de nós, social-democratas, pode retirar do 36º Congresso Nacional. O PSD é actualmente o maior partido da Oposição. É o maior partido com assento parlamentar. É o maior partido português.

Ao contrário do que muitos pensavam, este congresso tornou muito claro que não nos perdemos em nostalgias e que não estamos agarrados ao passado. Pelo contrário. Nós arregaçamos as mangas para defender o nosso projeto político para Portugal. Estamos plenamente preparados para o combate político que é preciso travar, no Parlamento, para continuar a defender os interesses de Portugal, acima de quaisquer outros, acima de qualquer circunstância. A coesão que todos puderam ver, nos últimos dias, é fundamental para fazermos uma oposição responsável socialista este governo das esquerdas, e será imprescindível para os confrontarmos – em todos os momentos – com as suas escolhas. Porque é de escolhas que falamos, quando falamos de política.

Do Congresso, creio que podemos retirar também a confiança reforçada num projecto político que representa realmente um futuro melhor. O nosso presidente, o Dr. Pedro Passos Coelho, deixou-nos a clara indicação de que é preciso pensar o futuro de Portugal e que essa não só deve ser a prioridade imediata – assente na continuidade das reformas estruturais já lançadas (não na sua reversão), e numa segunda vaga de reformas – como também o PSD é o único partido que reúne todas as condições para liderar o País na construção de uma economia mais competitiva. Só este caminho poderá transformar Portugal numa nação inovadora, próxima dos melhores níveis de desenvolvimento europeus em todos os aspectos (sobretudo nos que mais nos penalizam, como a dívida e o desemprego).

É uma escolha clara que está em causa e é preciso dizê-lo sem rodeios: queremos voltar ao passado, por meio de um modelo económico falido, baseado no consumo interno? Ou queremos uma economia alimentada pela dinâmica exportadora, que gera riqueza e, assim, permite níveis de consumo interno saudáveis e independentes das políticas do Estado? Queremos uma economia que cai ao mínimo abalo externo, vulnerável às crises, ou queremos uma economia forte, que permite que o Estado se concentre nas suas funções essenciais (educação e saúde de excepcional qualidade)?

Pedro Passos Coelho é o líder capaz de cumprir este projecto. A mensagem é de futuro. Porque Portugal precisa de nós. E porque podemos ser mais fortes.

José Matos Rosa 

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