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Portagens vão a Congresso Nacional pela mão da JSD Distrital de Castelo Branco

Dando seguimento à sua política de defesa do Interior e dos beirões, a Comissão Política Distrital da JSD de Castelo Branco está a preparar uma Moção de Estratégia Sectorial que aborda o tema das portagens na A23 e a urgente redução do valor cobrado pela sua utilização. Esta proposta política será apresentada no Congresso Nacional da Juventude Social Democrata, que decorrerá nos dias 29 e 30 de Abril e 1 de Maio, dia e que a JSD no distrito comemora um ano de mandato. O evento, que no Distrito de Leiria, contará com a presença de jovens representantes da JSD de todo o país.

O documento – que será submetido a debate e votação pelos delegados ao Congresso – pretende ser uma reflexão sobre as consequências socioeconómicas dos preços praticados na ex-scut e irá propor tomada de posição a ser assumida a nível nacional, configurando mais uma das bandeiras da JSD no próximo mandato. Hugo Lopes pretende que os deputados da JSD apresentem um Projeto de Resolução em sede de reunião plenária da Assembleia da República, propondo uma redução das taxas em – pelo menos – 30% do valor.

Para este efeito, o Presidente da JSD Distrital Castelo Branco já iniciou e dará continuidade a uma série de contactos com as distritais de Santarém, Guarda e Portalegre, igualmente servidas por esta autoestrada que é reconhecidamente uma das mais caras do país. Segundo Hugo Lopes, “a A23 não pode ter troços com um valor 39% superior à A1 quando, na última, existem uma série de estradas alternativas, ao passo que, para os beirões, tal situação não se afigura”.

A JSD é, hoje, a estrutura política jovem que mais se tem batido pela questão das assimetrias territoriais, tendo já lançado o desafio às demais estruturas de juventude partidárias do distrito, com vista à redação de um documento conjunto, a ser apresentado ao Ministro da tutela. A JSD Distrital de Castelo Branco aguardará respostas e continuará, como sempre, a bater-se até que justiça seja feita para com os cidadãos que diariamente apostam no nosso distrito para viver e trabalhar; porque, acima das divergências político-partidárias, deverão estar sempre os interesses e as necessidades dos cidadãos do Interior.

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